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01. outubro

de 2018

Condomínios

Acessibilidade – Burocracia ou Conforto


Acessibilidade – Burocracia ou Conforto

Quando pensamos em acessibilidade logo visualizamos um cadeirante ou uma pessoa que não pode se mover. No entanto, pessoas com deficiências visuais, auditivas ou mesmo uma pessoa idosa podem ter dificuldade para acessar o condomínio.

Dessa maneira, o ponto é viabilizar o acesso para além desse grupo. Se um morador do seu condomínio sofrer um acidente e precisar depender do uso de muletas e cadeira de rodas, o prédio estaria preparado para recebê-lo? A pergunta é bem direta porque, às vezes, a acessibilidade é tratada como burocrática.

Porém, mais importante que responder às questões legais é pensar que, a qualquer momento, ter acessibilidade pode ser sinônimo de bem-estar e agrado dos condôminos – seja pelo uso pessoal ou até mesmo ao receber um visitante.

Dicas de Acessibilidade

Muitas vezes não estamos cientes das leis implementadas depois da criação dos condomínios. Pensando nisso, segue algumas dicas de quais adequações são necessárias para o bom convívio e cumprimento da lei de acessibilidade.

  1. Rampas de acesso: devem ser instaladas nos pontos de desníveis (calçadas, portarias e escadas). O material deve ser antiderrapante e com corrimãos fixados nos dois lados. Além disso, a sua inclinação deve ser suave, observando as normas da Lei de Acessibilidade.
  2. Piso tátil: O piso tátil é o essencial para pessoas cegas ou com baixa visão. Por isso deve ser elaborado em textura e cor diferentes do restante do piso, e colocado próximo aos degraus e rampas.
  3. Adapte as portas: As portas devem ter largura suficiente para passar uma cadeira de rodas (90 cm). Além disso, a maçaneta deve ter uma altura especial para cadeirantes (80cm e 1,20m).
  4. Espaço para manobras: o cadeirante precisa de espaço para rotação. Além disso, para que alcance as maçanetas das portas, é necessário um vão mínimo de 60cm junto à lateral da porta.
  5. Elevadores mais acessíveis: os botões devem estar na altura entre 80cm e 1,20m, além dos interfones, e devem ter comunicação em braile. Se possível, instale sinalização sonora para anúncio dos andares. Além disso, deixe um espaço de 1,50m de largura, pelo menos, para aproximação de cadeira de rodas.
  6. Vagas de estacionamento: destine as vagas de estacionamento mais próximas dos elevadores às pessoas com deficiência. As vagas especiais devem ser sinalizadas com o símbolo internacional de acesso.
  7. Adapte banheiros: Os banheiros das áreas comuns devem ter barras de ferro ao lado dos vasos sanitários para auxiliar as pessoas com dificuldade de locomoção. Também devem ter largura necessária para a entrada da cadeira de rodas e assento adaptado aos cadeirantes.

Como Começar o Processo de Adaptações

Acessibilidade vai além de rampas de acesso. E mesmo para essas, que são mais conhecidas, é preciso ficar bem atento a alguns detalhes que garantam a acessibilidade. Porém, em prédios antigos, as alterações devem ser realizadas dentro do possível, já que muitas vezes a estrutura do prédio pode não suportar. Por isso, é importante conhecer a legislação e contratar profissionais para efetuar melhorias e adaptações que facilitam a vida de quem precisa da acessibilidade.

Muitas vezes o auxílio de empresas especializadas em administração de condomínios facilitam este processo e garantem custo baixo e qualidade.

Não perca tempo, entre em contato com o Grupo MEG e comece a mudança!



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