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23. setembro

de 2018

Condomínios

Animais de Estimação: Pode ou Não Pode?


Animais de Estimação: Pode ou Não Pode?

Animais de estimação são uma alegria. Além de distrair, é companheiro e, em alguns casos, é altamente recomendado por médicos. Mas ter um pet em casa nem sempre agrada. Dessa forma, a convivência e benefícios dos bichinhos podem ser dificultados quando o lar é um apartamento.

E aí Síndico, Pode ou Não Pode?

A questão dos animais de estimação é incômodo constante para muitos moradores e síndicos nas reuniões de condomínio. Dessa maneira, gerando conflitos entre moradores e visitantes.

Porém, o fato é que os animais de estimação domésticos não podem ser proibidos de circular ou de viver em apartamentos com os seus donos. Diante disso, os condomínios devem estabelecer algumas regras para manter a boa convivência.

Olha a dica:

– convenção clara e visível a todos moradores e visitantes.

– o condomínio pode definir as áreas de acesso dos animais de estimação.

– instituir advertências no caso de descumprimento das regras de convivência.

Três Regras Básicas Para Animais de Astimação

A principal regra, como sempre, é a utilização do bom senso. Mas, quando ele falta ou não é suficiente, existem outras três regras que auxiliam a entender bem o que pode e o que não pode em relação aos animais de estimação nos condomínios.

1) Segurança: A presença de um animal de estimação, seja no hall de entrada, seja em um apartamento, não pode afetar a segurança dos outros moradores. Portanto, ocorrências de ataques físicos, especialmente se repetidos, podem levar a uma decisão formal do condomínio pela retirada do pet.

2) Sossego: Todos os moradores têm direito a períodos de descanso. Por isso, se um animal de estimação quebra essa regra com frequência, podem ser aplicadas punições contra o dono. A interpretação do que é inoportuno vai depender de cada condomínio, mas, via de regra, devem ser respeitadas as horas da “lei do silêncio”.

3) Saúde: Se um pet tem doenças transmissíveis ou problemas de saúde que eventualmente levem outros animais e pessoas a também adoecerem, sua circulação nas áreas internas pode ser impedida pelo síndico. Isso geralmente é evitado mantendo-se visitas regulares ao veterinário e a vacinação em dia.



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